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Planejamento Financeiro. Não deixe para amanhã, nem para depois. Faça AGORA!

posted by Andréa Aguiar Setembro 29, 2015 0 comments

Se tem uma coisa que nós empreendedores criativos gostamos de deixar de lado são as planilhas. Sim, elas e aquele programinha tão necessário e sumariamente ignorado, Excel.

1. Quem aí antes de abrir seu negócio, criou planilhas simulando com custos fixos, despesas fixas, variáveis, impostos?

Talvez um ou outro, irá responder que sim. Talvez!

Aí vem a segunda pergunta:

2. Quem aí tem o hábito de alimentar essas planilhas regularmente?
( Vocês sabem que elas não são preenchidas, assim, como obra e graça do Divino, não né?! Assim… to perguntando porque a gente nunca sabe, né!? 🙂

Aí, do percentual das pessoas que talvez tenham respondido “sim” à primeira pergunta, esse percentual deve ter caído drasticamente, para uns 20%, e olhe lá. E agora a terceira, e última, pergunta:

3. Alguém aí, depois de disciplinadamente alimentar suas planilhas todos os dias, faz um balanço do faturamento ao final do mês?

Tchan

Tchan

Tchan

Tchan…

Sobrou alguém?

É, meus caros, sinto muito lhes informar, se você não tornar isso um hábito, muito provavelmente vai chegar o dia em que a sua vida vai estar um “samba do crioulo doido”, que em bom português, significa uma loucura!

Eu sumi porque a minha vida estava (está?) completamente fora dos trilhos. Eu estava bem no meio dessas perguntas aí de cima. E olhe que eu respondia sim às duas primeiras perguntas, mas ao final do mês eu não parava para analisar os resultados, muito menos parava para criar estratégias para os meses seguintes. Aí chegou o dia que tudo estava uma desordem tão grande que não dava pra continuar jogando esse ‘probleminha’ para debaixo do tapete.

Estou encarando ele de frente, como se encara um tigre com os dentões escancarados prestes a nos atacar, e a gente tira energia não sei de onde para gritar mais alto, e mostrar pra esse tigre quem manda nessa birosca. Eu estou exatamente neste momento.

Passei por aqui apenas para dizer a TODOS vocês que pensam em, um dia, abrir seu próprio negócio, ou que já tem, mas não estão dando a devida atenção ao planejamento financeiro. Parem tudo o que estão fazendo, e planejem.

Eu queria muito que alguém, por enquanto eu criava a minha empresa, tivesse segurado a minha cabeça, olhado bem no fundo dos meus olhos e tivesse me dito: “VOCÊ PRECISA TER UM PLANEJAMENTO FINANCEIRO, UM PLANO DE NEGÓCIOS. ISSO NÃO É BALELA ADMINISTRATIVA”. Tem um monte de gente que me procura, pedindo ajuda de por onde começar quando for abrir seu negócio. Por isso eu parei aqui para dizer a todos vocês, para que não precisem passar pelo que eu passei:

Antes de abrir seu negócio, tenha duas coisas bem claras:

1. Quanto você quer ganhar por mês?

2. Tenha esse valor em caixa, e mantenha esse valor sempre em caixa. Esse é, e deverá sempre ser o seu capital de giro mínimo.

Sinto muito lhes dizer, mas o seu negócio não depende apenas do seu talento para fazer o que quer que você faça. Seja bolo, consultoria, design, assessoria, vídeo, foto, software, ou seja lá o que for. PLANEJAMENTO e gestão são essenciais para o negócio, e muitas vezes são eles que diferenciam os que ficam e os que saem do mercado.

Quem quer mais dicas sobre planejamento financeiro, clica no coraçãozinho ao lado do título, ok?

Beijo no coração, e uma jornada maravilhosa para vocês.

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Empreendedora ou empresária. Qual a diferença, afinal?

posted by Andréa Aguiar Setembro 2, 2015 2 Comments

Há dois anos, quando tomei a decisão que não queria ser mais funcionária e abandonei todas as “facilidades” que essa vida nos dá, tinha claro em minha mente que trabalharia como ‘freelancer’.

Decidi mudar, porque não via mais sentido em um emprego onde eu dedicasse a minha energia, a maior parte das minhas 24h de cada dia, e eu não conseguisse criar algo com meu estilo, no meu tempo. Teria sempre que ser a visão corporativa da minha função, do meu trabalho, que deveria prevalecer. Nada de errado nisso. Só que para mim, não dava mais. Sabe aquela história de fim de relacionamento, “não é você, sou eu”. Pois é, eu já não via sentido naquilo tudo.

Então, quando virei oficialmente freelancer (trabalhar por conta própria, informalmente, comumente em home office), depois de passados 3 meses, vi que ser freelancer ainda não era o que eu queria. E foi aí que eu comecei a enxergar e analisar o mundo aqui fora com novos olhos. Pois é, porque por mais que a gente ache que conhece o mercado quando somos funcionários, só sabemos realmente o que ele é, quando estamos fora da segurança da CLT.

Antes eu pensava: eu sei fazer uma coisa, as pessoas precisam dessa coisa, certo? Então as pessoas me procuram para eu fazer essa coisa para elas. Acertamos um valor, eu faço o serviço, recebo o pagamento, e pronto. Tão simples! Humrum. Só que não!

Entre cada etapa dessas, existem tantos poréns, tantas possibilidades e surpresas (nem sempre boas), que logo vi que não podia, nem queria deixar as coisas soltas assim. E foi quando eu comecei a ler sobre administração, gestão, empreendedorismo, mudança de vida, de carreira, que eu comecei a questionar o real significado dessas duas palavrinhas: empresária e empreendedora. Qual a diferença, afinal?

Dei um google, conversei com um monte de gente, procurei em livros, e era sempre um blablabla sem fim. Hoje, eu quero compartilhar com vocês o que é a minha interpretação de empresária e empreendedora, a partir da análise dos dados da minha super pesquisa empírica. Movida a curiosidade, e a essa eterna inquietude que me move. Segue:

Ser EMPREENDEDORA está mais relacionada a uma postura de vida. A pessoa pode ser empreendedora sendo funcionária, dona de casa, mãe, artista, frentista, flanelinha, designer, advogada, jornalista, ou seja lá o que for. Se na sua natureza, você tem aquele bichinho que te faz questionar as coisas como elas são, que te faz um inventar um jeito novo de fazer a mesma coisa, se, dentro de uma empresa com perfil corporativo, você consegue fazer a diferença, mudando uma cultura, ou o jeito como as pessoas lá dentro enxergam algum aspecto sobre o trabalho, ou até sobre a vida. E você faz isso, porque simplesmente, você não sabe viver sem essas inspirações diárias, é a sua natureza.

Tem uma história massa, de uma menina chamada Maria Clara Verçosa, que conheci (ela não me conhece. Mas eu conheço, e adoro a história dela!) através dessa internet querida que junta um monte de gente massa. Ela era funcionária de uma mega empresa multinacional, não se sentia bem por lá, achava quase tudo péssimo. Mas, depois de passar por um período de auto-conhecimento, decidiu ela mesma mudar, ao invés de esperar que a empresa mudasse pra ela. Então, ela se assumiu publicamente como homossexual, enviando um email para toda a lista da empresa, e ficou só esperando a rebordosa. Para a sua surpresa, houve alguma rejeição, mas a maioria absoluta, seguiu em direção a ela parabenizando a coragem, outras se identificando, outras tantas comovidas com sua história. E eis que assim, a história de vida dela criou novos parâmetros culturais para a empresa. Foi aberto um espaço para debate sobre o respeito à diversidade dentro da empresa, – uma mudança e tanto quando a gente pensa numa empresa com perfil altamente corporativo e burocrático. Hoje, vi que ela tem uma página no Facebook, onde ela compartilha experiências, com o objetivo de ressignificar a vivência da homossexualidade. Ponto pra ela! Empreendedora, arrasou!
(Curte lá: www.facebook.com/envesso)

Ser EMPRESÁRIA é função, profissão. Ser empresária requer conhecimentos de administração, finanças, marketing, gestão. É ter o conhecimento e a visão estratégica para conseguir trabalhar no que ela quer, do jeito que ela quer. É conseguir viabilizar um talento, uma ideia, baseada em dados, análise de mercado, de RSI (olha como to chique!, Retorno Sobre Investimento), enfim, ser empresára é ralação, meu caro.

É assim: você pode saber fazer o melhor bolo de chocolate do mundo. Todo mundo que vai à sua casa, ama! Só elogios, pedem pra você levar em todas as festas, pedem receita, mas só você sabe fazer ele ficar com aquela liga, aquela textura incomparável. Aí um dia você pensa, “vou viver de fazer bolo de chocolate”. Humrum. E agora? Como vender? Onde vender? Para quem vender? Onde cozinhar? Com que marca? Com quê embalagem? Como divulgar? Para responder essas respostas, só o talento de saber cozinhar o melhor bolo de chocolate do mundo, não vai ajudar. É aí, que entra a figura da empresária. Não adianta fazer, tem que falar que faz, ter estrutura para fazer, e saber administrar todas as engrenagens necessárias para o negócio existir, e principalmente, ser viável!

Eis que podemos ser empreendedoras, sem sermos empresárias, bem como podemos ser empresárias, sem sermos empreendedoras. Mas na minha humilde opinião, o melhor dos mundos é ser empresária E empreendedora. Aí, meu bem, o céu é o limite! Vamos à luta?

E você, é o quê?

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Empreendedorismo é um estilo de vida.

posted by Andréa Aguiar Agosto 13, 2015 0 comments

Empreender e ser. Inseparáveis. Quanto mais eu trabalho, mais eu vejo, mais eu sinto. Não li em nenhum livro. Ainda. Certamente não li o suficiente. Mas o que eu venho sentindo nesses meses, quando eu realmente me comprometi a ser a empresária do meu capital humano (depois explico isso melhor), e que consegui realmente vestir a camisa da empreendedora que sempre morou em mim, é que: empreender é um caminho que nos leva a trilhar pelos aspectos mais remotos da nossa personalidade.

Além de todos os desafios tangíveis: ter clientes, ter quem compre seu produto/ serviço, ser sustentável, manter a qualidade no serviço prestado ou no produto ofertado, etc etc etc… Vejo que um grande – senão o maior desafio – é controlar a emoção.

Não responder aos gatilhos instantâneos da nossa personalidade, para conseguir permanecer no caminho planejado, é fundamental.

Como seguir em frente se você tá morrendo de medo? Como seguir em frente se o cliente não pagou? Como seguir em frente se você tá achando que não vai dar conta de tudo?

Cada um sabe onde seu calo aperta. Cada um sabe da delícia e da dor de sair da zona de conforto. Empreender é sempre se forçar a sair da zona de conforto. Esqueça largar do trabalho, e não pensar mais nele. Esqueça fechar um mês super produtivo e rentável, comemorar e dormir. Empreender é estar sempre pensando no próximo passo. É estar sempre um passo a frente, na verdade. Não dá pra viver apagando incêndio, nem pensando no operacional. Nunca na minha vida, as palavras planejamento e estratégia fizeram tanto sentido.

Hoje, eu sinto como se tivesse ligado um catalizador que estava trabalhando em stand-by durante anos. Hoje, diariamente, eu procuro observar como tudo reverbera em mim. Sinto, analiso, respiro. Evito, se for o caso. Potencializo, se for o caso. Estudo onde aperta, estudo como reagiria instintivamente, penso, repenso, reflito. Nunca na vida, analisei tanto o meu ego. Antes, eu achava que aquele primeiro pensamento que aparecia na minha mente, era meu instinto querendo me ajudar. Hoje, já vejo que pode ser meu ego querendo me afundar.

Precisamos aprender a identificar os sinais. Controlá-los. Usá-los ao nosso favor. E não o contrário.

Se isso pareceu transcendental demais para você. Creia. Não é. Essa é a realidade que a gente cria. Eu quero criar a minha. E ela é cheia de amor e de trabalho. Não de reclamação ou vitimização.

Força na peruca, e sigamos em frente! Avante!